Que raiva!
Que estúpida sou! Porque continuo a acreditar na integridade dos sentimentos? Porque me continua a fazer sentido estar apenas com uma pessoa, negando a variedade de experiências e conhecimentos? PORQUê AFINAL?
Acabei agora de me aperceber: tenho dar mais de mim a mim própria! É incrível como, de repente, estas frases feitas adquirem um sentido tão significativo...
Bem sei que este post está com uma qualidade muito bera, mas precisava urgentemente de escrever aqui, para evitar um telefonema ou uma sms daquelas... Mas como ninguém lê, é apenas mais uma página no meu diário...
Por enquanto ainda estou muito zangada.
Amanhã há mais e melhor, espero!
sexta-feira, 5 de outubro de 2007
segunda-feira, 1 de outubro de 2007
Raios e Coriscos
Hoje é um dia estranho.
Entenda-se que o meu "hoje" é uma massa temporal que se refere a ontem e a amanhã... E talvez também ao pedaço de tempo quase imensurável perdido algures entre estes dois tempos definidos - o "agora".
O meu hoje é de chuva, mas não daquela chuva miudinha que ameaça e não vem. É um hoje de tempestade, de chuva grossa quase apocalíptica que varre tudo à sua passagem e deixa o caos como rasto. É um hoje de mudança.
Porquê? Porque sim! Porque não?!
Mas é também um Agora dedicado às estratégias preventivas e interventivas, porque estou cansada que a chuva de ontem faça os estragos do costume e seja apenas uma questão de tempo até que a chuva de amanhã torne a repetir a graça...
Sim, sim... Quem não esteja a perceber a metáfora levante o dedo... Well isn´t it obvious?
Já alguma vez te viste colocada numa situação repetida? [a utilização do género feminino é propositada, sinto-me melhor com uma leitora, chamemos-lhe um fenómeno empático] Com personagens semelhantes, muito ao estilo daquelas comédias românticas tiradas a fotocópia umas das outras? Em que variam a proporção de morenas e loiras (a de gordas e magras mantém-se na mesma, alto lá!) e o número de situações ridículas a que os actores se prestam? Sim, essas mesmo!
É assim que me sinto "hoje", com o ontem e o agora repletos de situções foleiras de déjà vu, em que o universo me testa à descarada, como que dizendo "Ó Capuchinho Bermelho, tu Bê lá, Bamos lá a Ber se é desta que não metes as patas! Se é desta que não te enfias na toca do loUbo pintarolas!". E não sei se até à altura já dei provas de desembaraço comportamental, já que a besteira já foi feita... [Mas ao menos foi bom, soube-me bem, fez sentido...na altura, fez!] Mas porque acho que o problema não está (só!) no que foi feito, mas também no que ficou por fazer e, PRINCIPALMENTE, no que foi muito pensado, demasiado sentido e pouco processado a seguir. Já deves ter percebido, pela utilização explícita do caps lock, que aqui reside o busílis da questão...
Decidi ser feliz! Decidi parar de sofrer por antecipação! Mas é difícil... O sentir não tem por costume obedecer às directivas do pensar. E sei que se o meu "hoje" foi difícil, o "depois de amanhã" será cataclísmico! Mas cá estarei de galochas, luvas e gorro com o meu guarda-chuva :)
Decidi ser feliz! Decidi acalmar e parar com a produção cinematográfica por uns instantes! Para não perder o sorriso que sempre me definiu =) Porque o "depois de amanhã" até me poderá trazer uma surpresa relativamente ao pessimismo habitual (mas tão distinto das minhas expectativas nas restantes esferas da minha vida) com que encaro quaisquer relacionamentos iniciais. Mas parar mesmo com todos os filmes! Quer aqueles à hollywood em que já me vejo sentada no alpendre no "daqui a uns anos", quer aqueles dramas independentes com uma trama densa que sabotam tudo o que acontece Hoje.
Por isso, what´s the big deal se não recebemos aquele telefonema que esperamos? [Custa...bem sei! Mas ao menos assim ainda ficamos com bateria para os próximos telefonemas!]
Até Depois! :)
Entenda-se que o meu "hoje" é uma massa temporal que se refere a ontem e a amanhã... E talvez também ao pedaço de tempo quase imensurável perdido algures entre estes dois tempos definidos - o "agora".
O meu hoje é de chuva, mas não daquela chuva miudinha que ameaça e não vem. É um hoje de tempestade, de chuva grossa quase apocalíptica que varre tudo à sua passagem e deixa o caos como rasto. É um hoje de mudança.
Porquê? Porque sim! Porque não?!
Mas é também um Agora dedicado às estratégias preventivas e interventivas, porque estou cansada que a chuva de ontem faça os estragos do costume e seja apenas uma questão de tempo até que a chuva de amanhã torne a repetir a graça...
Sim, sim... Quem não esteja a perceber a metáfora levante o dedo... Well isn´t it obvious?
Já alguma vez te viste colocada numa situação repetida? [a utilização do género feminino é propositada, sinto-me melhor com uma leitora, chamemos-lhe um fenómeno empático] Com personagens semelhantes, muito ao estilo daquelas comédias românticas tiradas a fotocópia umas das outras? Em que variam a proporção de morenas e loiras (a de gordas e magras mantém-se na mesma, alto lá!) e o número de situações ridículas a que os actores se prestam? Sim, essas mesmo!
É assim que me sinto "hoje", com o ontem e o agora repletos de situções foleiras de déjà vu, em que o universo me testa à descarada, como que dizendo "Ó Capuchinho Bermelho, tu Bê lá, Bamos lá a Ber se é desta que não metes as patas! Se é desta que não te enfias na toca do loUbo pintarolas!". E não sei se até à altura já dei provas de desembaraço comportamental, já que a besteira já foi feita... [Mas ao menos foi bom, soube-me bem, fez sentido...na altura, fez!] Mas porque acho que o problema não está (só!) no que foi feito, mas também no que ficou por fazer e, PRINCIPALMENTE, no que foi muito pensado, demasiado sentido e pouco processado a seguir. Já deves ter percebido, pela utilização explícita do caps lock, que aqui reside o busílis da questão...
Decidi ser feliz! Decidi parar de sofrer por antecipação! Mas é difícil... O sentir não tem por costume obedecer às directivas do pensar. E sei que se o meu "hoje" foi difícil, o "depois de amanhã" será cataclísmico! Mas cá estarei de galochas, luvas e gorro com o meu guarda-chuva :)
Decidi ser feliz! Decidi acalmar e parar com a produção cinematográfica por uns instantes! Para não perder o sorriso que sempre me definiu =) Porque o "depois de amanhã" até me poderá trazer uma surpresa relativamente ao pessimismo habitual (mas tão distinto das minhas expectativas nas restantes esferas da minha vida) com que encaro quaisquer relacionamentos iniciais. Mas parar mesmo com todos os filmes! Quer aqueles à hollywood em que já me vejo sentada no alpendre no "daqui a uns anos", quer aqueles dramas independentes com uma trama densa que sabotam tudo o que acontece Hoje.
Por isso, what´s the big deal se não recebemos aquele telefonema que esperamos? [Custa...bem sei! Mas ao menos assim ainda ficamos com bateria para os próximos telefonemas!]
Até Depois! :)
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