Continuo ingénua aos 25 anos...
Mas daqui a 3 dias faço 26!
sexta-feira, 18 de maio de 2007
sábado, 5 de maio de 2007
Para Quando?
Para quando a certeza do que faço e do que penso? muitas vezes por esta ordem...
Sinto-me com freios cognitivos, daqueles que castram a espontaneidade e ferem o emocional. Deixou de ser simples abraçar quando apetece. Deixou de ser fácil beijar quando se quer. Eu quero mas não quero, cedo e recuo, avanço e fujo. De quem? Do quê? Do nada que define o que não se explica? E depois dou por mim saudosista...dos momentos que vivi e também dos que não vivi. Porque pensei muito, pouco, sobre tudo e nada. E não parei de pensar. E vivi tudo na imaginação, nas histórias que me encantam em que encontro o sapo verde e bexigoso que beijo até não poder mais e que acaba por ser o príncipe que mexe nas minhas estrelas.
Penso, penso, penso e não chego a lugar nenhum. E fico cansada de pensar, mas nem assim deixo de o fazer. Quando, no fundo, o que queria era amar como se não houvesse amanhã. Morder, trincar, sentir e tocar tudo! A tal troca de beijos às cegas de que gosto tanto. E espero que tudo aconteça à velocidade do meu pensamento. Veloz e intenso! E canso-me de esperar...
E falo, falo, falo e dou por mim exactamente no mesmo lugar, sem nada de novo, sem nenhum insight digno do tempo investido.
Os olhares de terceiros impõem regras ao sentir e eu imponho todas as outras.
Sinto-me com freios cognitivos, daqueles que castram a espontaneidade e ferem o emocional. Deixou de ser simples abraçar quando apetece. Deixou de ser fácil beijar quando se quer. Eu quero mas não quero, cedo e recuo, avanço e fujo. De quem? Do quê? Do nada que define o que não se explica? E depois dou por mim saudosista...dos momentos que vivi e também dos que não vivi. Porque pensei muito, pouco, sobre tudo e nada. E não parei de pensar. E vivi tudo na imaginação, nas histórias que me encantam em que encontro o sapo verde e bexigoso que beijo até não poder mais e que acaba por ser o príncipe que mexe nas minhas estrelas.
Penso, penso, penso e não chego a lugar nenhum. E fico cansada de pensar, mas nem assim deixo de o fazer. Quando, no fundo, o que queria era amar como se não houvesse amanhã. Morder, trincar, sentir e tocar tudo! A tal troca de beijos às cegas de que gosto tanto. E espero que tudo aconteça à velocidade do meu pensamento. Veloz e intenso! E canso-me de esperar...
E falo, falo, falo e dou por mim exactamente no mesmo lugar, sem nada de novo, sem nenhum insight digno do tempo investido.
Os olhares de terceiros impõem regras ao sentir e eu imponho todas as outras.
sexta-feira, 4 de maio de 2007
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